terça-feira, 24 de maio de 2011

A vida da irmã Dulce.

Por Rogério
Bitencourt


Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Este era o nome
de batismo da Irmã Dulce.


Transformou sua casa em centro de atendimento a
necessitados.


Foi ordenada freira e recebeu o nome de Dulce em
homenagem a sua mãe.


Mesmo tendo como missão primeira o exercício de ensinar
como professora em Salvador - BA, irmã Dulce trilhou o caminho do amor e da
solidariedade dando assistência às comunidades carentes, preconizando assim suas
atividades principais em suas obras sociais.

Em 1936, ela fundou a União Operária São
Francisco.


Chegou a invadir cinco casas na Ilha dos Ratos para
abrigar pessoas doentes, recolhidas nas ruas.


Naturalmente, como era de se esperar, irmã Dulce foi
expulsa com seus flagelados e deu início a uma peregrinação de 10 anos, ocupando
temporariamente diversos lugares até que com muito trabalho e perseverança,
conseguiu transformar um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue,
que mais tarde passou a ser o Hospital de Santo Antônio, um centro de
atendimento social e educacional que continua atendendo carentes até
hoje.


Irmã Dulce morreu em 1992, mas sua obra e seu trabalho
continuam ecoando até os dias de hoje, ajudando os mais necessitados do
Brasil.


Agora, Irmã Dulce será beatificada. Será tratada como
santa.


Santa ela já era estando
viva!


Ela cumpriu o ide de Jesus e certamente receberá seu
galardão.


Irmã Dulce é inspiração para mim e retumba em nossos
ouvidos com sua obra e exemplo exatamente o que deveríamos
ser.


Ela não se preocupava com visibilidade. Não se importava
com banalidades advindas das vaidades humanas e com “pouca” força fez mais do
que milhões de nós ousamos fazer até o dia de
hoje.


Irmã Dulce é um grande exemplo de ser
humano.


Que cada um de nós evangélicos, pense bem antes de abrir
a boca pra tecer qualquer comentário pejorativo acerta da madre que foi santa
aos olhos de Deus.


O Vaticano, que dará o título de santa para querida e
saudosa Dulce, o fará de forma humana e pertinente aos seus dogmas, porém,
segundo a palavra de Deus que diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos
e em conformidade com a vida exemplar dela, acredito que santa ela já era há
muito tempo aos olhos do Pai.


Parabéns aos irmãos católicos que foram presenteados com
um ser humano tão especial como Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, que
resumidamente pode ser chamada de irmã Dulce, uma santa mulher, um anjo
bom.


Que Deus continue levantando gente assim, independente do
credo ou filosofia, pois Ele está à procura de verdadeiros
adoradores.


Sejamos santos também e façamos o bem a quem
precisa.


"Eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos
consagrareis, e sereis santos, porque eu sou santo"
(Levítico
11:44).

Pense nisso – seja feliz.

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