quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Convite Sensacional

Gostaria de convidar a você leitor deste Blog para um MEGA EVENTO.

Abaixo o convite:


Lista de convidados:

Os Havaianos
Mc Ticão
Mc Frank
Mc Dekão
Mc Smith
Os Ousados

Bom depois dessa maravilhosa lista de cantores convidados com suas letras maravilhosas, que fazem até o  Vitorino Silva vomitar, que fazem Vinicius de Moraes se mexer no túmulo, só nos resta dizer: BOM PROVEITO PARA TODOS.

Ah!! já ia me esquecendo, não deixem de levar um pacote de curativos. (vai que você cai também)

Esse texto é patrocinado pelo xarope de casca de tartaruga "ESTAMOS CHEGANDO LÁ"

Não perco os Mcs por nada rsrsrsrs

sábado, 19 de novembro de 2011

Uma Igreja Fervorosa, mas não Espiritual

Fervor, animação, gritos, barulho, histeria e alguns “fenômenos esquisitos”, nunca foram sinônimo da verdadeira espiritualidade, muito embora os mais vulneráveis e valorizadores destas manifestações externas pensem e preguem diferente.

Dê “um glória”, “fala em línguas”, “abre a tua boca”, “tira o pé do chão”, “desmancha essa cara de delegado” e outros termos, tornaram-se chavões de pregadores animadores de auditório, distorcendo o verdadeiro sentido e propósitos destas expressões.

A coisa tomou uma proporção tão grande, que até nos dias atuais, em muito cultos, tem pessoas que constrangidas pelo que se convencionou ser um “crente espiritual”, para se adaptar aos padrões estabelecidos, negam a sua própria personalidade e individualidade.

Não há nada de errado com a maioria destas expressões e com um comportamento eufórico. O errado está nos abusos, nos excessos, nas equivocadas motivações e na contradição entre a conduta no culto e a vida privada (e até pública).

Existem crentes, que na mesma proporção que falam em línguas, maltratam a mulher, o marido, os filhos e os pais. São caloteiros, presunçosos, arrogantes, fofoqueiros, semeadores de contenda,
mentirosos, facciosos, infiéis, empregados enganadores, patrões exploradores, etc.

Definitivamente, fervor não é sinônimo de espiritualidade. Por vezes, muito barulho e animação é uma tentativa consciente ou não, de esconder a realidade. Não adianta fazer “avinhaõzinho” ou “trenzinho”, “marchar”, dá “tiro”, “rolar no chão”, “cair no espírito”, “chiar”, “uivar”, “urrar”, pois estas coisas não provam nada, a não ser, em muitos casos, o desequilíbrio emocional e até mental, e na melhor das hipóteses, pura “meninice”. Neste último caso, é preciso ter sabedoria para não matar os “meninos”. Eles precisam ser orientados com amor e paciência, para poderem alcançar a maturidade.

Por outro lado, ser maduro não é ser frio, indiferente, azedo, amargo, insensível. Ser espiritual e maduro não nos impede de glorificar a Deus, de buscar e permitir que o Espírito manifeste em nós os seus dons. Como espirituais nos alegramos, rimos e choramos na presença do Senhor!

Poder de Deus é poder que realiza, que faz, que se importa, que ama, que prega, que socorre, e não meras demonstrações sensacionalistas e puramente emotivas.

Não é pela quantidade ou intensidade das manifestações dos dons espirituais (ou supostas manifestações), que se conhece a verdadeira espiritualidade de um cristão, mas sim por suas obras, pelo fruto do Espírito em sua vida;

“Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã. A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” (Tg 1.26-27)

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” (Gl 5.22-23)

Quantidade e qualidade na igreja

Vivemos numa época onde a mania de grandeza invadiu a igreja. Ser pastor de mega igreja dá um status diferenciado, mesmo que o referido pastor não conheça, nem cuide das ovelhas lhe confiadas. Muitos irmãos vão na mesma direção. Batem no peito e se orgulham de congregarem numa “catedral”, considerando os irmãos das pequenas igrejas como crentes de um nível sócio espiritual mais baixo.

Quantidade não é sinônimo de qualidade. Contemplamos o ressurgimento da mentalidade constantiniana e medieval.

Muitos se entusiasmam mais pelo crescimento quantitativo, do que pelo qualitativo. Não me empolgo quando a mídia fala de crescimento dos evangélicos, ou de alguma igreja específica. No Brasil, ser ou declarar-se evangélico tornou-se algo banal. Virou moda. A grande questão não é se alguém é evangélico ou não, mas, se já nasceu de novo e vive em santidade diante de Deus, buscando dia a dia conhecer e fazer a sua vontade.

Para que tais problemas sejam minimizados na igreja (pois nunca deixarão de existir), é preciso que os líderes, professores de Escola Dominical, de discipulado e outros responsáveis pelo ensino e pregação, deixem de pregar sobre questões superficiais e supérfluas, para enfatizarem questões essenciais e básicas para o crescimento da fé e da verdadeira espiritualidade.

A espiritualidade de uma igreja e seus membros, está diretamente relacionada com a espiritualidade de seus líderes.


Fonte: Pr. Altair Germano

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Se Jesus fosse neopentecostal!

Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7… veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)

Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)

Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.

Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra…. (Jo 16:33)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir.

Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você… Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.


Fonte: Felipe Almada em seu Blog

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A história do pato.

Havia um pequeno menino que visita seus avós em sua fazenda.

Foi lhe dado um estilingue para brincar no mato.

Ele praticou na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo.

Ficando um pouco desanimado, ele voltou para o jantar.

Como ele estava andando para trás, viu o pato de estimação da vovó...

Em um impulso, ele acertou o pato na cabeça e matou-o. Ele ficou chocado e triste!

Em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!

Sally (sua irmã) tinha visto tudo, mas ela não disse nada.

Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça"

Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha "

Em seguida, ela sussurrou-lhe: "Lembra-te do pato? '

Assim, Johnny lavou os pratos.

Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar e vovó disse: "Me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar."

Sally apenas sorriu e disse, "está tudo certo, porque Johnny me disse que queria ajudar"

Ela sussurrou novamente, "Lembra-te do pato?"

Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar.

Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais.

Ele veio com a avó e confessou que tinha matado o pato.

A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse:

"Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo."

Pensamento do dia e todos os dias depois:

Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito... O diabo fica jogando-o no seu rosto (mentir, enganar, a dívida, medo, maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... Você precisa saber que:

Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda.

Ele viu toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer um escravo de você.

A grande coisa acerca de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.

É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos.

Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.

Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre:


Deus está à janela!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pastoras lésbicas querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP

Fonte: Globo.com

Lanna Holder e Rosania Rocha dizem que movimento perdeu o propósito.
Organização diz que evento continua reivindicando direitos humanos.

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.

“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”

As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.

Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”

Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.

“Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.

A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”

Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.

Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.

Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.


Comentário do editor do Blog:

Mente cauterizada ou desocupada é playgroud de Satanás.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A vida da irmã Dulce.

Por Rogério
Bitencourt


Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Este era o nome
de batismo da Irmã Dulce.


Transformou sua casa em centro de atendimento a
necessitados.


Foi ordenada freira e recebeu o nome de Dulce em
homenagem a sua mãe.


Mesmo tendo como missão primeira o exercício de ensinar
como professora em Salvador - BA, irmã Dulce trilhou o caminho do amor e da
solidariedade dando assistência às comunidades carentes, preconizando assim suas
atividades principais em suas obras sociais.

Em 1936, ela fundou a União Operária São
Francisco.


Chegou a invadir cinco casas na Ilha dos Ratos para
abrigar pessoas doentes, recolhidas nas ruas.


Naturalmente, como era de se esperar, irmã Dulce foi
expulsa com seus flagelados e deu início a uma peregrinação de 10 anos, ocupando
temporariamente diversos lugares até que com muito trabalho e perseverança,
conseguiu transformar um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue,
que mais tarde passou a ser o Hospital de Santo Antônio, um centro de
atendimento social e educacional que continua atendendo carentes até
hoje.


Irmã Dulce morreu em 1992, mas sua obra e seu trabalho
continuam ecoando até os dias de hoje, ajudando os mais necessitados do
Brasil.


Agora, Irmã Dulce será beatificada. Será tratada como
santa.


Santa ela já era estando
viva!


Ela cumpriu o ide de Jesus e certamente receberá seu
galardão.


Irmã Dulce é inspiração para mim e retumba em nossos
ouvidos com sua obra e exemplo exatamente o que deveríamos
ser.


Ela não se preocupava com visibilidade. Não se importava
com banalidades advindas das vaidades humanas e com “pouca” força fez mais do
que milhões de nós ousamos fazer até o dia de
hoje.


Irmã Dulce é um grande exemplo de ser
humano.


Que cada um de nós evangélicos, pense bem antes de abrir
a boca pra tecer qualquer comentário pejorativo acerta da madre que foi santa
aos olhos de Deus.


O Vaticano, que dará o título de santa para querida e
saudosa Dulce, o fará de forma humana e pertinente aos seus dogmas, porém,
segundo a palavra de Deus que diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos
e em conformidade com a vida exemplar dela, acredito que santa ela já era há
muito tempo aos olhos do Pai.


Parabéns aos irmãos católicos que foram presenteados com
um ser humano tão especial como Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, que
resumidamente pode ser chamada de irmã Dulce, uma santa mulher, um anjo
bom.


Que Deus continue levantando gente assim, independente do
credo ou filosofia, pois Ele está à procura de verdadeiros
adoradores.


Sejamos santos também e façamos o bem a quem
precisa.


"Eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos
consagrareis, e sereis santos, porque eu sou santo"
(Levítico
11:44).

Pense nisso – seja feliz.

terça-feira, 17 de maio de 2011

A tentação e os sentidos físicos

  Buscando destruir nossas almas, o Diabo tenta atrair nossos corpos. Alguns
sentidos físicos foram envolvidos na trama do pecado no Éden, num processo
gradual de corrupção.

1- Audição – Eva deu ouvidos à voz
do Diabo, que usou até a palavra de Deus para induzi-la ao erro (2 Co 11.3). O
Diabo nos atinge com muitas mensagens todos os dias. É a primeira de uma série
de estratégias. Para mudar nossas ações, ele procura alterar nosso modo de
pensar. É a forma que ele tem para nos atacar à distância, como os guerreiros
antigos que lançavam flechas incendiárias sobre as muralhas das cidades
(Ef.6.16). Se o fogo se espalhasse, os portões poderiam ser
abertos.

2- Visão – “Vendo a mulher que a árvore era boa
para se comer, e agradável aos olhos...” A árvore era boa? O julgamento pela
aparência pode nos levar ao engano. “Não porei cousa má diante dos meus olhos”
(Salmo 101.3). O mal é identificado pela palavra de Deus e não pela nossa
opinião particular. O ser humano é muito influenciado pelo que vê. Muitos
precisam ver para crer. Por isso são feitas imagens de ídolos. Precisamos viver
por fé e não por vista (2Co 5.7; 2Co 4.18).

3- Tato –
Eva disse: “Nem tocareis nele...”, todavia “tomou-lhe do fruto...”. O
envolvimento da mulher aumentou ao tomar o fruto em suas mãos. “Não toqueis
coisa imunda” (Is 52.11; Lv 5.2; 7.19-21.)

4- Paladar –
“Tomou-lhe do fruto e comeu”. Esta foi a consumação do pecado. Eva comeu a isca
de Satanás, sem levar em conta o anzol
oculto.

Conclusão: Eva repetiu este processo com Adão,
levando-o ao pecado. Da mesma forma, muitos agem hoje como representantes do
inimigo, levando adiante seus propósitos. Precisamos desenvolver nossos sentidos
espirituais, afim de não vivermos dominados pelos sentidos físicos.